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A quem interessar possa

Luiz Carlos Merten

10 de fevereiro de 2020 | 12h30

Estou ilhado em casa. Chamei táxis em vários pontos próximos sem obter resposta e quando finalmente saí e consegui um, o motorista não quis me levar porque mostrou num aplicativo que a Marginal estava alagada e o Estadão aparecia no meio de um vermelhão só – indicativo de trânsito complicado no Limão. Tínhamos uma live nas redes sociais da TV Estado para falar, Luiz Zanin Oricchio, Ubiratan Brasil (de Los Angeles) e eu, sobre a 92.ª cerimônia de premiação da Academia de Hollywood. Tinha uma cabine agora no começo da tarde, na Sony, mas já me ligaram para remarcar para amanhã. A vida está difícil em São Paulo nesta segunda. A todas essas, permitam-me fazer minha (auto)propaganda. Fico o tempo todo promovendo os outros (se a crítica é elogiosa, claro). Agora pela manhã, às 8h30, entrei ao vivo no programa de Mário Kertész, na Rádio Metrópole de Salvador, para falar de Oscar. Tem sido uma tradição, há vários anos. Ficamos quase meia-hora no ar, fazendo análises dos vencedores e do significado político desse reconhecimento, pela Academia, não apenas do cinema internacional, mas de filmes que refletem o sentimento de revolta dos excluídos sociais que só crescem nesse planeta Terra. A sempre eficiente Luana Montargil, que faz a produção, me enviou e-mail dizendo que o áudio está disponível no portal Metro1 e no Youtube Portal Metro1. Repasso a informação – a quem interessar possa.