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A noite será longa, com Globo de Ouro

Luiz Carlos Merten

05 de janeiro de 2020 | 11h50

Sexta à tarde consegui, através do Carlos, que um pneumologista viesse me atender em casa. Entrei no antibiótico. Estou esquisito. Ontem, às 4 da tarde, após o almoço, já estava em casa. Não saí mais. Nove da noite estava na cama, dormi até quase dez deste domingo. Hoje tem Globo de Ouro, devo entrar pela madrugada na redação. Dei meus prognósticos no portal, na capa do Caderno 2 de hoje. A Netflix disparou e corre na frente das indicações – A História de Um Casamento, O Irlandês, Dois Papas. As esperanças do cinemão, e dos estúdios tradicionais repousam quase todas no Coringa. Por se tratar de uma associação de correspondentes estrangeiros, creio que Bong Joon-ho, indicado para melhor diretor, deveria levar. Melhor longa internacional, Parasita, mas eu, pessoalmente, prefiro Les Misérables, que tem mais a ver com Coringa. Melhor longa de drama, Coringa. Melhor diretor, Bong. Melhor ator, Joaquin Phoenix. Melhor atriz, Charlize Theron – lamento muito ter perdido Judy no Festival do Rio. As fotos de Renee Zellweger como a mãe de Liza me impressionaram muito. Tenho de ir ao jornal à tarde para fazer os filmes. Voltarei à noite. E tenho de resolver minha vida. Santiago a Mil? Tiradentes? Será que forço minha perna naquelas encostas de pedras irregulares? Ou espero pela Aurora no CineSesc? Em fevereiro, antes do carnaval, e de Berlim, a sala da Augusta sedia uma seleção especial do Festival do Rio. Estou louco para saber o que Ilda Santiago e Gilson Packer estão selecionando. Só espero que sejam inéditos.

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