Maestro bom de briga

Maestro bom de briga

João Luiz Sampaio

05 de maio de 2009 | 12h30

Marek Janowsky não esconde o que pensa. Novos regentes? Estão no caminho errado. Ópera? Nunca mais, afinal, não suporta os diretores cênicos – e a imprensa que os exalta. Bruckner? Ninguém gostava, mas ele insistiu até que aceitassem sua música. A conversa com ele é assim. E só arrefece um pouco quando fala das possibilidades expressivas do conjunto do qual é diretor musical, a Orchestre de la Suisse Romande, que se apresenta segunda e terça na Sala São Paulo, com solos do pianista Jean Yves-Thibaudet.

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