Berlioz segundo Herreweghe

Berlioz segundo Herreweghe

João Luiz Sampaio

27 de abril de 2009 | 12h19

“Não me chamem de fundamentalista”, brinca o maestro belga Phillipe Herreweghe. “Mas que a interpretação que busca a autenticidade da obra acabará como o único caminho viável para a música erudita, isso é fato.” Herreweghe deve saber do que fala. É um dos pioneiros do chamado movimento da Música Historicamente Informada, que, desde os anos 60, prega que uma obra deve ser executada de acordo com as técnicas e intenções da época em que foi escrita. E hoje e amanhã rege um de seus conjuntos, a Orquestra dos Champs-Elysées na Sala São Paulo, abrindo a temporada da Sociedade de Cultura Artística.

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Caderno 2, 27/4/2009

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