Visões de Joanna

Estadão

16 de outubro de 2006 | 17h45

“Entre as responsabilidades de qualquer escritor, não importa o resto, está saber o que quer dizer. Então, mesmo que ninguém mais saiba do que você está falando, você sabe. O ouvinte consegue perceber isso, mesmo que não consiga captar o sentido literal. A fé que eles depositam nas pistas, nas conexões e nos segredos das letras é de suma importância.”

A escritora em questão é uma cantora. Joanna Newsom, cujo disco mais recente Ys está prestes a ser lançado nos Estados Unidos e na Europa, deu uma entrevista ao jornal inglês The Observer para falar justamente de seu universo musical e literário particular. O jornal chega a dizer que o leitor deve imaginá-la como uma Emily Dickinson com uma harpa.
O primeiro disco da Joanna Newsom foi muito tocado em casa, fiquei maluco com sua harpa e com sua voz de criança. Mas gosto ainda mais de Emily Dickinson. Descontado o exagero (talvez fruto da beleza da moça), a entrevista é bem bacana. Para ler, clique aqui.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.