Assombrações

Estadão

20 de julho de 2006 | 16h55

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My Life in the Bush of Gohsts foi um disco bem polêmico, quando foi lançado em 1981. Parceria de David Byrne, do Talking Heads, com Brian Eno, o disco pode ser considerado o embrião do selo Luaka Bop, onde Byrne documenta sua paixão pela música do mundo. Na época, se especulava se o interesse pela música libanesa e os samples de vocal árabe não seriam oportunismo, não trariam uma visão imperialista embutida. O fato é que o disco é ótimo. Tenho em LP e até hoje ainda ouço de vez em quando. Ao fazer 25 anos, ele foi relançado com dois remixes, e a ótima revista eletrônica Pitchfork fez um boa entrevista com Byrne . Reproduzo abaixo uma pergunta, que tem a ver com o vídeo aí em cima.

Pitchfork: De todos os remixes enviados pelo site Bush of Ghosts, como você se decidiu pelos dois selecionados?
David Byrne: Nós queríamos ter um que fosse vagamente dançante [Help Me Somebody] e daí um outro [A Secret Life] que fosse mais antmosférico. E alguns dos mixes que eu ouvi até agora são bons mesmo. Então o Brian eu estamos pensando que talvez, se conseguíssemos, nós devessemos deixar mais faixas disponíveis. É um pouco mudar as regras no meio do caminho, adicionar mais coisa, mas se tiver interesse o suficiente, talvez nós façamos isso.

Via Pitchfork

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