O futuro do negócio de música, por João Augusto

Estadão

21 de outubro de 2010 | 12h27

A pergunta é extremamente abrangente e creio que ela deveria ser feita também às pessoas que trabalham com o marketing da música, que militam diariamente nas ruas e nos meios, que certamente conhecem as aspirações do público de forma geral e têm muito a contribuir em termos de informações. Mas creio que o futuro aponta exatamente para a imponderabilidade, uma vez que gênios em tecnologia têm se superado cada vez mais na arte de criar gadgets que transportam áudios e nos surpreendem a todo momento. Mas, numa visão mais negra, pelo menos para o meu próprio sentimento (mesmo não querendo mostrar-me saudosista), creio que a música será cada vez mais fugaz, passará rapidamente e dificilmente deixará lembranças ou marcas. Uma pena.

João Augusto é produtor de grandes de sucessos da MPB, foi diretor artístico da EMI e da Abril Music, e hoje anda lançando uma série fantástica de discos de vinil pela sua gravadora independente DeckDisc

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