O futuro do negócio de música, por Charles Gavin

Estadão

19 de outubro de 2010 | 12h05

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O principal desafio para músicos, cantores, compositores, produtores e demais profissionais que trabalham na área do entretenimento é convencer a sociedade brasileira de que nossa música é uma das principais commodities que temos. Na nova era – que já chegou -, a música brasileira e seu respectivo negócio necessitam de um olhar contemporâneo sob os pontos de vista cultural, econômico e jurídico, se quiser evoluir. É uma discussão complexa, que durará anos, mas o primeiro passo é esse. Nunca me esqueço do que me disse Egberto Gismonti: os músicos têm que aprendera tocar a vida, além do instrumento.  É por aí.

Charles Gavin foi baterista do Ira!, dos Titãs e fez um dos maiores serviços à música brasileira com suas reedições em CD de discos fora de catálogo.

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