Black Dice para ver, não ouvir

Estadão

18 de julho de 2006 | 17h48

gore

A música do Black Dice, eletrônica abstrata, construída sobre ruídos e colagens, é altamente imagética. Eu, pelo menos, sempre fico criando imagens para os sons desse caras. Agora, a mesma esquizofrenia sonora é transposta para o livro de imagens Gore, feito por Bjorn Copeland e Aaron Werren em parceria com o fotógrafo Jason Frank Rothemberg,autor da capa do disco Broken Year Record, de 2005.

Em entrevista à revista XLR8R deste bimestre, Rothemberg
das relações entre música e imagem.

“Às vezes os sons encontram uma linguagem visual que é freqüentemente pessoal e bem-humorada. Às vezes, nós temos de desenhar como uma música será ou de encontrar nosso lugar usando uma linguagem visual em vez de terminologias musicais. E eu acho que nossas próprias idéias sobre as canções são visuais também”

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