Guia de Viagem para Pets
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Guia de Viagem para Pets

Cris Berger

02 de maio de 2022 | 07h01

A 4º edição do e-book “Guia de Viagem para Pets” tem download gratuito e mais de 400 opções de hospedagem pet friendly separadas por cidade, litoral, serra e interior. Ele é o maior guia de hotéis e pousadas que aceitam cães – em muitos casos gatos – disponível no Brasil. 

Há 7 anos, eu e a Ella (minha sócia pet) visitamos juntas locais pet friendly. O melhor? Nossa agenda está lotada e, justamente, por isso recrutamos um time de “jornalistinhas pet” (termo que criamos para os cães dos tutores que levam seus pets em viagens) a nos ajudarem a realizar as reportagens. 

capa do e-book “Guia de Viagem para Pets”

Novidade na quarta edição

Quando começamos o Guia Pet Friendly em 2015, nosso diferencial era avaliar os locais visitados com a garantia de que eles haviam sido “provados e aprovados”. Lançamos tendência, o que é ótimo. Sigo defendendo o valor e a importância de uma boa reportagem. Agora, mais uma vez, vamos inovar, pois diferente das edições anteriores, este e-book contém, além dos locais com review, o nome de hotéis e pousadas que ainda não receberam a visita da nossa equipe. A ideia é propor um collab entre o público pet e o Guia Pet Friendly e, assim, gerar mais avaliações. Portanto, quem quiser contar como foi a sua experiência em um local que ainda não tenha sido avaliado por nós, pode enviar um e-mail para producao@guiapetfriendly.com.br que ela será publicada no “Locais Pet Friendly” do site. Nosso objetivo é fortalecer ainda mais o conceito de comunidade, incentivar que as pessoas vivam com seus pets e as chamar para nos ajudarem nesse raio X de hotéis pet friendly de norte a sul.

Avaliações são importantes

Quem viaja com pets não pode apenas ficar satisfeito com a informação de que o local aceita cães e gatos ou até mesmo outro tipo de pet, o tutor necessita saber se o hotel ou pousada escolhido de fato é o ideal para ele. Em outras palavras, se oferece o que a pessoa e seu pet precisam e esperam encontrar. Por exemplo, a Ella não gosta de água, portanto, para nós é indiferente se a piscina do hotel é liberada para os pets, porém para um labrador ou golden – que costumam ser raças nadadoras – essa informação é de extrema importância. O hotel que não permite que um cão nade na piscina dos humanos, não é menos pet friendly dentro das nossas expectativas. 

O que eu considero inegociável é não ter um local para tomar café da manhã com os pets. A hospedagem pet friendly deve encontrar uma forma de permitir que humanos e pets possam estar juntos, afinal, porque uma pessoa leva seu cachorro para viajar consigo se não for para curtir a companhia dele? 

Mais do que ninguém, tenho plena consciência de que nem todas as hospedagens possuem essa preocupação, o que me conduz a outro patamar: ensinar os hotéis e pousadas particularidades do público com pet e como recebê-los bem. Fazemos isso pela Universidade Pet Friendly.

Diferente do que muitos estabelecimentos pensam, ser pet friendly não é apenas colocar um adesivo no vidro e disponibilizar um pote de água coletivo. É necessário preparo, entender quem é este novo cliente de quatro patas e suas necessidades, pensar na inclusão do pet nas atividades do tutor e estabelecer regras plausíveis. 

Obrigação dos tutores

É claro, que os tutores devem avaliar se seus pets estão preparados para frequentar um local misto, ou seja, com outros cães e demais hóspedes. No momento que resolvemos tirar nossos cães de dentro de casa e levá-los para fazer parte da nossa vida social temos o compromisso e obrigação de ensiná-los a se comportarem dentro das novas regras, sem desrespeitá-lo como cachorros mas, ainda assim, preocupados com o espaço do vizinho. É possível, mas dá trabalho, porém não há outra forma de conquistar mais locais pet friendly e todos viverem em paz. 

 

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