Exposição de ‘Game of Thrones’ simula elevador da Muralha
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Exposição de ‘Game of Thrones’ simula elevador da Muralha

João Fernando

05 de abril de 2014 | 23h57

Simuladores do elevador dão a sensação real

João Fernando

Já que Westeros só existe na ficção, o jeito de ficar mais próximo do mundo criado por George R. R. Martin é ir à exposição de Game of Thrones, que este ano está no shopping Village Mall, no Rio, até o dia 9 de abril.  Sorte de quem já garantiu o ingresso, pois eles esgotaram.

Assim como no ano passado, a mostra tem os figurinos usados pelos atores, como o vestido de Daenarys, a armadura de Brienne e até a do pequeno Tyrion Lannister. Entre os objetos curiosos está a mão decepada de Jaime Lannister e também a versão de ouro, que ele começa a usar na quarta temporada, em cena que vai ao ar neste domingo, às 22 horas, na HBO. Ainda na seção mórbida, estão lá a cabeça de um dos dragões e também a do urso, morto em combate.

Porém, o grande barato é o simulador do elevador da Muralha, por onde passa a Patrulha da Noite. Ao entrar no elevador, os monitores da exposição perguntam se você tem algum problema com altura ou fortes emoções. Não é preciso se preocupar, apesar de a sensação ser bem verdadeira.

Para brincar, é preciso colocar um capacete com uma tela, que permite que você veja o cenário em qualquer direção. Dá mesmo a impressão de que você está lá, é incrível. A brincadeira fica mais real quando o elevador começa a subir. Um vento (muito) gelado vem de cima enquanto a paisagem vai ficando distante. Deu até um medinho de cair, confesso. “Você gritou?”, perguntou Gwendoline Christie, intérprete de Brienne, ao colega Pedro Pascal, que surgirá nesta temporada como Oberyn. “Claro”, respondeu o ator.

Mais uma vez, é possível tirar uma foto no trono de ferro, que é impressa gratuitamente na saída da exposição. A parte sem graça é que, diferentemente do ano passado, em São Paulo, não há mais a capa e a espada para você fazer uma graça na hora do clique. Para quem se perdeu um pouco na trama – o que não é difícil – alguns painéis explicam trechos da história. Tem até fotos in memoriam para os personagem que já morreram.

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