Sociologia literária

Estadão

05 de agosto de 2010 | 01h52

Foto Tasso Marcelo/AE

Foto Tasso Marcelo/AE

 

Fernando Henrique Cardoso tinha mandado para o Estadão a íntegra do texto que falaria na conferência de abertura da Flip, só que, na hora H, páginas e páginas de discurso na mão, não as consultou nem uma vez. Preferiu fazer como o homenageado do evento, Gilberto Freyre, em quem bateu (mais que) e assoprou durante uma hora e meia de fala: argumentar com um discurso sem nada da linguagem acadêmica capaz de restringir a compreensão (“E olha que o estilo de Gilberto Freyre não é linear, nem na forma nem no andamento do raciocínio. Ele dá voltas, repete, leva o leitor a percorrer seus argumentos e suas descrições como que em espiral”, dizia o texto do ex-presidente). Com expedientes literários, o sociólogo falou o que queria aos bons entendedores. A Laura conta como foi, em texto publicado nesta quinta no Estadão.

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