E Crumb fala, enfim

Estadão

06 de agosto de 2010 | 14h23

O autor de Gênesis se escondeu o quanto pôde em Paraty, mas, hoje pela manhã, foi obrigado a jogar-se aos leões. Seguem algumas frases da entrevista coletiva da ele qual participou com Gilbert Shelton, acompanhados por suas respectivas mulheres, Aline e Lora. As fotos mais bacanas ainda não entraram aqui no sistema, então vai uma comportadinha do casal.

 

Tasso Marcelo/AE

Tasso Marcelo/AE

“As piadas dos quadrinhos de hoje já não são tão engraçadas” (Crumb)

“É bom, a gente faz muito dinheiro com isso” (Aline, sobre a supervalorização dos quadrinhos de Crumb)

“Não conheço nenhum jovem” (Shelton, sobre as novas gerações de quadrinistas)

“Quadrinhos não foram feitos para se levar a sério, me assusta ver que isso acontece” (Crumb)

“Como eu criei Kafka? Kafka já existia” (Crumb, sobre a biografia do escritor, ilustrada por ele e lançada pela Desiderata)

“Estavam escondidas, mas já não estão, contei tudo” (Crumb, sobre o fato de ser gentil e “esconder” fantasias sexuais relatadas nas histórias)

“Tenho um pouco de vergonha de viver no planeta Terra” (Crumb, sobre se teria vergonha de voltar a viver nos EUA)

“Sou um artista do século 19” (Crumb, sobre tecnologia)

“Sim, amor, estou me divertindo à beça” (Crumb, sobre Aline tê-lo obrigado a vir ao Brasil)

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