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Robocop e a automação da violência

Flavia Guerra

20 de fevereiro de 2014 | 15h23

 

O que acontece quando substituímos homens por máquinas? O que acontece quando damos a uma máquina o poder de matar, sem que para isso tenha ganhado o poder de entender o que é a vida? ” Há uma ideia filosófica que me interessa, de que a violência extrema acontece quando o agente da violência, o policial,  perde a sua capacidade de crítica, de pensar sobre o que ele está fazendo”, analisa o diretor José Padilha.

Estrelado por Joel Kinnaman e Michael Keaton, o novo ‘Robocop’, discute a relação entre o mundo corporativo e desumanização da violência.

A TV Estadão foi até o Rio conversar com diretor e elenco sobre os desafios de refilmar com novas cores o longa originalmente dirigido por Paul Verhoeven em 1987.

 

Confira a conversa aqui:

 

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