Nine Inch Nails: Máquina de fazer música

Estadão

04 de julho de 2008 | 16h21

NIN

Nem heavy metal, nem industrial: minha banda de rock pesado favorita dos últimos tempos é o Nine Inch Nails. O dondo da banda, Trent Reznor, é um dos caras mais criativos, talentosos e loucos que surgiram na música recentemente, e vem mantendo uma carreira em ascensão desde ‘The Downward Spiral’ (1994), disco de maior sucesso do NIN. E do jeito que ele quer, ou seja: com muita identificação com o público e quase sem influência da indústria fonográfica tradicional.

Desde os anos 90, Reznor deixou um pouco de lado o som totalmente industrial/eletrônico e adotou elementos um pouco mais, digamos, ‘orgânicos’ (para usar uma palavra que está na moda). Hoje o Nine Inch Nails é uma trilha sonora para o fim do mundo, com mais elementos de rock e menos loops e sintetizadores. Para se ter uma idéia, seria mais ou menos como o som de uma máquina perfeita e exata movida a um coração humano.

A melhor notícia sobre o NIN veio ontem: a banda confirmou um show em São Paulo no dia 7 de outubro, no Via Funchal. Por favor, se algum amigo meu estiver lendo isso e quiser me convidar para algum outro programa nesse dia, esqueça. Agora, quem quiser ir comigo ao Via Funchal, está convidado.

Outra boa novidade sobre o NIN é que o último disco da banda, ‘The Slip’ pode ser baixado de graça no site oficial. Se preferir ir direto para o cadastro e receber o link para o download, clique aqui. Vale a pena, o disco é sensacional. Ouça ‘1,000,000’ e depois você me diz.

Ah, uma última coisa: se você não gosta de rock pesado, nem perca tempo. Você vai odiar Nine Inch Nails.

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