Mary Poppins, Milhões de Gatos, Não Sou Mais Bebê!, Barco a Vapor, Joca e férias
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Mary Poppins, Milhões de Gatos, Não Sou Mais Bebê!, Barco a Vapor, Joca e férias

Nesta coluna do Estante de Letrinhas estão a incrível babá; o primeiro livro ilustrado publicado nos EUA; a obra 'Não Sou Mais Bebê!'; o prêmio da Fundação SM; o jornal Joca, direcionado para crianças e adolescentes; e atividades para as férias

Bia Reis

15 de janeiro de 2019 | 09h00

Clássico: Mary Poppins em livro e filmes

Crédito: Bia Reis

A estreia de O Retorno de Mary Poppins no cinema, nos últimos dias de 2018, me fez resgatar memórias de infância, de quando assisti pela primeira vez a história nas telas. Não sei vocês, mas depois de criança eu nunca mais havia visto o filme Mary Poppins, lançado nos Estados Unidos em 1964, pela Disney. Tinha lido versões em livros, nem sempre boas. De qualquer forma, mesmo sem detalhes, o universo da babá que chega voando pendurada em sua sombrinha sempre esteve de alguma maneira na minha cabeça, tão forte era. É engraçado como as marcas da infância grudam de um jeito…

Pois bem, antes de ver no cinema o recém-lançado O Retorno de Mary Poppins, resgatei a belíssima edição completa e ilustrada que a Editora Zahar publicou em 2017. O livro traz a íntegra do texto da escritora e ilustradora Pamela Lyndon Travers, que nasceu Helen Lyndon Goff, mas assinava P.L.Travers. Ela adotou as iniciais para que seus leitores do início do século 20 não soubessem que se tratava de uma autora mulher, pois havia forte resistência na época.

A infância de Pamela foi sofrida, digna de um roteiro de cinema. Ela nasceu em 1899, na Austrália, e desde pequena gostava de inventar história para entreter as irmãs. Sua família tinha uma boa condição econômica – seu irmão tinha um cargo equivalente ao de governador nos dias de hoje -, mas a instabilidade dos pais a fez viver anos turbulentos. Pamela perdeu o pai aos 7 anos, em decorrência de alcoolismo, e na sequência a mãe tentou o suicídio e entrou em uma severa depressão que durou por toda a vida. Foi uma tia-avó quem cuidou de Pamela e das irmãs. Impossível não notar uma certa semelhança com a história que a consagrou, né?

Crédito: Bia Reis

Na história, Mary Poppins chega à casa da família Banks para cuidar das crianças. O jeito como ela entra na narrativa – voando, pendurada em sua sombrinha – se tornou uma das cenas clássicas da literatura e do cinema. As crianças logo percebem que ela é dura, mas afetuosa, e que ao seu lado coisas mágicas acontecem. Em linhas gerais, a babá leva os meninos para uma série de aventuras, ao lado de se amigo Bert.

Há muitas variações entre a narrativa original e as apresentadas pelos filmes. Na história original, por exemplo, o casal Banks tem quatro filhos, uma boa condição socioeconômica em Londres, e Mary Poppins surge após a babá anterior ter ido embora. Sr. Banks trabalha em um banco no centro e passa o dia inteiro fora. Cabe à sra. Banks “se ocupar de administrar a casa e organizar a vida social”. Pouco depois de chegar, a Mary Poppins já negocia qual será o seu dia e folga e, mais, a quantas horas terá direito.

Trailer da década de 1960

Disney levou para as telas do cinema um casal Banks com dois filhos, Michael e Jane, uma boa condição econômica em Londres também, mas, aqui, sra. Banks é uma defensora do voto feminino e milita pela causa. Mary Poppins entra para ajudar na organização da casa, já que a mãe passa bastante tempo fora. Sr. Banks também trabalha no centro. Para mim, falta um eixo que conduza as aventuras vividas pelo trio e por Bert, limpador de chaminés e pintor.

Trailer de 2018

No filme do finzinho do ano passado, a chamada “grande depressão” em Londres dá a mudança de tom. Michel cresceu, está viúvo há um ano e tem três filhos pequenos para criar. Bastante desorientado, ele conta a ajuda da irmã, Jane, e trabalha no banco onde o pai também trabalhou, mas os tempos são outros. Um dia, batem à porta dois cobradores: ele atrasou três promissórias da casa e vai perdê-la. Pronto, eis o fio que conduz a narrativa. Mary Poppins volta para ajudar os Michel e, desta vez, conta com a ajuda de um acendedor de lampiões. Durante as aventuras, a babá se envolve de alguma maneira na tentativa de recuperar a casa.

Particularmente, acho os dois filmes longos demais: eles têm mais de 2 horas. Ambos são musicais, mas acho as canções muito longas, apesar de boas. Na sessão que eu fui aqui em São Paulo, o público era basicamente formado por adultos, talvez pelo horário, por volta das 18 horas. De qualquer forma, O Retorno de Mary Poppins é um ótimo jeito de aproximar as crianças dessa personagem que é mais do que um clássico da literatura e fazê-las, quem sabe, mergulhar no mundo de P.L.Travers.

Serviço
Mary Poppins – edição comentada e ilustrada
Autora: P.L.Travers
Tradução, apresentação e notas: Joca Reiners Terron
Editora: Zahar
Idade sugerida: O livro traz a íntegra do texto, então o leitor precisa ter autonomia e fôlego de leitura para encarar. mas os adultos podem ler de forma compartilhada, sempre!
Preço: R$ 59,90 (capa dura)

Mary Poppins – Disney (1964)
Está disponível no Netflix.

O Retorno de Mary Poppins (2018)
Está em cartaz nos cinemas.

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Novidade 1: Milhões e bilhões e trilhões de gatos

Crédito: Bia Reis

O que nos faz feliz? O que é a beleza? A beleza está associada à felicidade?

Essas são algumas questões que permeiam o apaixonante Milhões de Gatos, da escritora norte-americana Wanda Gág (1893-1946). Publicado pela primeira vez em 1928, a obra é especial: é considerada por especialistas em literatura infantil o primeiro álbum ilustrado, ou picturebook, dos Estados Unidos. Álbum ilustrado, ou livro ilustrado, é aquele em que o autor usa tanto o texto quanto a imagem para narrar a história, e é preciso fazer a leitura das duas linguagens e articulá-las para compreendê-lo.

A novidade é que, exatos 90 anos após ter sido lançada, a obra chega no Brasil. Publicado pela Edições Barbatana, o  título foi distribuído em primeira mão para assinantes do Clube de Leitura Quindim, em dezembro, e está em pré-venda no site da editora.

Mas voltemos à história!

No livro, a escritora e ilustradora Wanda Gág fala de “um homem muito velho e uma mulher muito velha” que vivem sozinhos e se sentem muito só, e por isso não conseguem ser felizes. A mulher diz para o companheiro que um gato poderia ajudá-los, e o ele parte à procura de um. O homem muito velho sobe montes, atravessa vales, caminha por muito tempo até chegar a uma colina cheia de gatos.

“Gatos aqui, gatos acolá.
Gatos e gatinhos em todo lugar.
Centenas de gatos.
Milhares de gatos.
Milhões e bilhões e trilhões de gatos.”

Feliz, o homem diz que escolherá o gato mais belo para levar para casa. E escolhe um. Mas olha para outro e acha que aquele, sim, é o mais belo, e decide levá-lo também. Só que ele encontra outro gato, e mais outro, e mais outro, e mais outro… branco, preto e branco, cinza, preto… Sem conseguir escolher o mais belo, ele escolhe levar todos para a mulher.

Crédito: Bia Reis

Nem preciso contar que a ideia não dá muito certo, né? O desenrolar da história é bonito e divertido, e mostra que a beleza não está no outro, mas no nosso olhar. Achei muito interessante a maneira como Wanda fala sobre as escolhas que fazemos, de um jeito lúdico e sem didatismo. O livro tem também um ritmo gostoso: o trecho “Centenas de gatos/Milhares de gatos/Milhões e bilhões e trilhões de gatos” é repetido várias vezes, encadeando o desenrolar da história.

Também gostei do traço da Wanda. Como o livro é do começo do século 20, as ilustrações são bem diferentes das que estamos acostumados. Nascida no fim do século 19, Wanda cresceu com a família em Minnesota e sempre foi incentivada a desenhar, pintar e ler. Seu pai, Anton Gág, era fotógrafo e a mãe, Lissi Gág, contadora de histórias sobre imigrantes da região da Boêmia, na Europa Central. Filha mais velha das sete crianças do casal, ela sempre foi incentivada a desenhar, pintar e ler, e teve a literatura e a artes como caminho natural. Escreveu, entre outros livros, The Funny Thing (1929) e The ABC Bunny (1933).

Serviço
Milhões de Gatos
Autora: Wanda Gág
Tradução: Nathalia Matsumoto
Editora: Edições Barbatana
Idade sugerida: A partir dos 5 anos – mas leitores de todas as idades podem gostar!
Preço: R$ 40

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Mais um das Edições Barbatana

Crédito: Bia Reis

Você gosta de livros em formatos diferentes, que fogem da tradicional encadernação?

Era Uma Vez Outra Vez, de Edith Chacon e Priscilla Ballarin, é assim. Seu poema ilustrado é apresentado em folhas soltas, dobradas em forma de sanfona, e cada lado de uma das cinco folhas apresenta uma estrofe. Todas começam com o “era uma vez…” e mostra um animal e uma situação.

“Era uma vez…
Um elefante muito elegante
Que se equilibrava em um barbante.

Era uma vez…
Um porco africano
Que tinha nariz de tucano.”

Crédito: Bia Reis

As folhas sanfonadas se abrem na horizontal ou na vertical, e não há ordem certa para as estrofes: o leitor que escolhe como ler este livro-jogo. O poema é divertido e as ilustrações, coloridas, remetem a traço infantil.

Lançado em outubro de 2017, o livro está em sua segunda reimpressão. Foi selecionado no ano passado para integrar o Programa Minha Biblioteca, da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, e por clubes de leitura.

Serviço
Era Uma Vez Outra Vez
Escritora: Edith Chacon
Ilustradora: Priscilla Ballanin
Editora: Edições Barbatana
Idade sugerida: Até 5 anos – mas leitores mais crescidinhos também podem gostar!
Preço: R$ 38

Novidade 2: Não Sou Mais Bebê!

Crédito: Bia Reis

Não Sou Mais Bebê! é o título do lançamento do escritor Ilan Brenman e da ilustradora Anna Aparicio Català (assim, com o acento invertido – ela é barcelonesa :o)). No livro, Alice recusa ajuda da mãe para escovar os dentes, do pai para se trocar, da irmã para passar manteiga no pão, da professora para uma colagem na sala de aula, do avô para almoçar e da avó para tomar banho. Para todas as ofertas de ajuda, ela responde: Não sou mais bebê! Mas tem um coisa que Alice ainda gosta – e muito – de fazer junto com a família…

O texto é construído com frases simples e num diálogo entre a menina e seus familiares. E vem em letra bastão, a de forma, para as crianças que estão começando a ler.

Crédito: Bia Reis

Adorei as ilustrações da Anna Aparicio! Em cada página dupla, Alice e mais alguém da família estão num lugar da casa ou na escola. Os ângulos das ilustrações são quase uma fotografia, e os detalhes fazem a gente se sentir dentro da cena, tão familiar que são: no banheiro, reparem na escadinha que ajuda a garota a enxergar o espelho e nas roupas saindo para fora do cesto. Uma graça!

Serviço
Não Sou Mais Bebê!
Escritor: Ilan Brenman
Ilustradora: Anna Aparicio Català
Editora: Edições Barbatana
Idade sugerida: Para crianças pequenas, que começam a querer fazer tudo sozinhas!
Preço: R$ 32

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Outros livros do Ilan Brenman

Já escrevi muitas vezes sobre o Ilan aqui nesta Estante de Letrinhas. Em 2012, no comecinho do blog, fiz uma entrevista com ele para o Caderno 2, aqui do Estadão, em que ele defendia a leitura como “alimento para a vida”. Lindo, né? Ele também falou sobre literatura de qualidade e livro digital. Como era época de Bienal, sugeri três livros do Ilan: A Mulher que Não Sabia Guardar Segredos, ilustrado por Renato Moriconi (Editora Abacatte); Pai, Não Fui Eu!, com ilustrações de AnnaLaura Cantone (Companhia das Letrinhas) e A Menina do Avesso, ilustrado por Bruna Assis Brasil (Melhoramentos).

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Prêmio 1: Barco a Vapor está com inscrições abertas

Crédito: Reprodução

O Prêmio Barco a Vapor, iniciativa da Fundação SM e da SM Educação, está com as inscrições abertas até o dia 31 de janeiro pelo site. Criado para estimular a produção literária nacional e incentivar a leitura entre crianças e jovens, a premiação chega à sua 14ª edição.

Se você tem mais de 18 anos, mora no Brasil (mesmo que não seja brasileiro) e já tem nas mãos um romance ou uma novela para crianças e jovens, aproveite. O texto precisa ser inédito – não pode ter sido publicado, mesmo que parcialmente, em livros, antologias, suplementos literários, jornais, revistas ou blogs. Se quiser mais informações, aqui está o regulamento.

O vencedor receberá R$ 40 mil e terá sua obra publicada na coleção Barco a Vapor, da SM. Em 2018, o livro infantojuvenil A Vaca Presepeira, do escritor paulista João Paulo Hergesel, de 26 anos, foi o escolhido entre mais de mil concorrentes. Em 2014, escrevi nesta Estante de Letrinhas sobre o livro vencedor daquele ano: A Conta-Gotas, de Ana Carolina Carvalho. Nele, Ana Carolina conta sobre a busca de uma menina pela mãe, que fora embora quando ela ainda era  bebê. A obra trata de adolescência, fala de escola e também de amor.

A premiação surgiu na Espanha em 1978 e chegou ao Brasil em 2005. É realizada também em países como Chile, México, Argentina, Porto Rico, República Dominicana, Colômbia e Peru.

Prêmio 2: Instituto Pró-Livro premia Joca

Crédito: Olga Vlahou/Divulgação

Como as crianças se informam sobre assuntos do País, do mundo, de tecnologia, esporte e cultura? Ah e usando fontes confiáveis, claro! Diferentemente da Europa, onde uma série de veículos direcionados às crianças continuam sendo publicados, aqui no Brasil isso é raridade. Além de cuidado na escolha e na abordagem dos temas, é preciso saber falar com esse público e contextualizar, sempre.

Por aqui, temos o Joca, você conhece? Pensado para crianças e adolescentes da fase de alfabetização até os 14 anos, o Joca é um portal com atualização diária e um jornal impresso, que nasceu em 2011 do sonho da francesa Stephanie Habrich. Ela veio pequenina para o Brasil com os pais, cresceu, trabalhou por dez anos em bancos e, após o atentado contra o World Trade Center, em Nova York, onde estava no dia do ataque, resolver voltar e apostar no que realmente faziam seus olhos brilhar. Primeiro, Stephanie criou duas revistas, para crianças de 1 a 4 anos e de 4 a 8 anos, para serem vendidas em bancas, para o projeto não engrenou. Ele foi revisto e se transformou no Joca.

A jornalista Maria Carolina Cristianini, que trabalhou, entre outros lugares, na Revista Recreio por mais de dez anos, é hoje a editora-chefe do Joca. Ela conta que a participação dos leitores e constante e fundamental na produção do Joca. Eles participam das colunas, dão sugestões e passam um dia na redação para ajudar a pensar o conteúdo – e ajudam até na escolha dos títulos. “O jornal é feito para as crianças e adolescentes e também por eles”, diz Maria Carolina.

Hoje, o Joca está em 150 escolas particulares e 50 públicas em 23 Estados brasileiros e no Distrito Federal e em muitas delas faz parte do material escolar. Eu já conhecia o Joca, mas tive mais contato com a publicação nos dois anos em que meu caçula estudou na Alfredo Paulino, uma escola incrível da rede pública de São Paulo que fica no Alto da Lapa. Agora, no finzinho de 2018, o Joca venceu o Prêmio Instituto Pró-Livro (IPL) na categoria Mídia, ao lado revista Quatro Cinco Um (SP) e do projeto Vá Ler Um Livro (SP).

Jornal e portal não são literatura, claro, mas são uma ferramenta importante para formar pessoas bem informadas e críticas. E não é isso que a gente quer para nossos filhos? :o)

Férias: Atividades legais para as crianças

As férias escolares estão entrando na reta final, mas ainda dá tempo de fazer muita coisa com as crianças, hein? Separei quatro sugestões de atividades relacionadas a literatura e histórias realizadas aqui em São Paulo. Espia só:

Histórias para criar na Biblioteca Parque Villa-Lobos

A Biblioteca do Parque Villa-Lobos oferece uma oficina para as crianças montarem e desmontarem fábulas e histórias da literatura infantil e criarem, assim, uma nova história, nunca antes ouvida, de forma coletiva.

Quando: 19/1 (sábado), das 11 às 13 horas
Onde: Biblioteca do Parque Villa-Lobos, na Avenida Queiroz Filho, 1.205, no Alto de Pinheiros
Indicação: A partir de 5 anos
Atividade gratuita, com inscrições por ordem de chegada

Contação de histórias na Livraria NoveSete

A contadora de histórias, educadora e atriz Isis Madi apresenta narrativas de mulheres que desafiaram tradições e enfrentaram guerra por seus ideais. Entre os contos estão A Princesa Obstinada, em que a caçula do rei desobedece o pai e cria uma cidade no meio do deserto; e A Donzela Guerreira, em que uma menina se disfarça de homem para lutar na guerra no lugar de seu pai. Isis é fundadora do Grupo Teatro de Senhoritas.

Quando: 19/1 (sábado), às 16 horas
Onde: Livraria NoveSete, na Rua França Pinto, 97, na Vila Mariana
Indicação: A partir de 5 anos
Atividade gratuita

Oficina sobre como criar um livro

Crédito: Cristiane Rogerio

Papel, Dobra e Recorte: Criando Livros é a oficina que Camila Feltre, Fernanda Ozilak e Gabriela Ribeiro ministram n’A Casa Tombada nesta terça-feira, dia 22, das 15 às 17 horas, para crianças e famílias. Nela, meninos e meninas são estimulados a usar diferentes tipos de papéis, dobras e recortes para inventar um livro e sua história. Além de criar, elas vão apresentar livros com diferentes características para inspiração.

Quando: 22/1 (terça-feira), das 15 às 17 horas
Onde: A Casa Tombada, na Rua Ministro de Godói, 109, em Perdizes
Indicação: Crianças a partir de 5 anos e famílias
Preço: R$ 25 para crianças e R$ 50 para adultos (quer se inscrever? clique aqui)

Lançamento de livro + oficina de bichinhos na Livraria da Vila

Os autores Marcelo Jucá e Vanessa Prezoto lançam Você Faz, Eu Faço, da Editora Bambolê, que conta a história de um personagem que resolve imitar o comportamento e gostos de sua amiga raposa. Vanessa também fará uma oficina de bichinhos com as crianças.

Quando: 27/1 (domingo), às 16 horas
Onde: Livraria da Vila da Fradique Coutinho, 915, em Pinheiros
Indicação: Livre
Atividade gratuita

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