Livro destrincha texto da Convenção sobre os Direitos da Criança
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Livro destrincha texto da Convenção sobre os Direitos da Criança

Alain Serres e Aurélia Fronty falam dos princípios que norteiam o documento, com leveza, poesia e muita cor

Bia Reis

26 Maio 2015 | 22h13

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A Convenção sobre os Direitos da Criança foi criada pela Assembleia-Geral das Nações Unidas, em 1989, e contou com a assinatura de 193 países, entre eles o Brasil. Em Eu Tenho o Direito de Ser Criança, Alain Serres e Aurélia Fronty contam para as crianças quais são os princípios que norteiam o documento, com leveza, poesia e muita cor.

A frase “Tenho o direito de” abre cada uma das páginas duplas.

“Eu tenho direito de estudar de graça e de aprender como voam os passarinhos, os aviões e as sementes das plantas”, explica Serres. Nas ilustrações, super imaginativas, Aurélia coloca meninas e meninos num grande pássaro, lendo, desenhando, observando.

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O texto fala ainda dos direito à alimentação, moradia, saúde, estudo e proteção, entre outros.

“Tenho o direito de jamais sofrer qualquer forma de violência, e ninguém tem o direito de se aproveitar da minha infância. Ninguém.”

O livro termina com um questionamento sobre a efetividade da convenção: “Mas quando é que todas as crianças do mundo vão ter finalmente todos os seus direitos respeitados?”.

Serviço
Eu Tenho o Direito de Ser Criança
Escritor: Alain Serres
Ilustradora: Aurélia Fronty
Tradutor: André Telles
Editora: Pequena Zahar
Preço:  R$ 44,90

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