Interação no papel
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Interação no papel

Bia Reis

15 de agosto de 2012 | 10h00

Jornalista, músico, escritor, educador. Tino Freitas, de 40 anos, é só um, mas parece vários. Há 12 anos, ele deixou Fortaleza para morar no Distrito Federal, e foi na capital federal que seu amor pelos livros se intensificou.

Foi por meio de sua companheira que Tino conheceu o Roedores de Livros, um projeto de incentivo à leitura para crianças que existe na Ceilândia desde 2006. Hoje, ele é voluntário do projeto, que mescla mediação de leitura, oficinas de arte e música ao vivo.

Tino é autor de um dos meus livros preferidos, o Cadê o Juízo do Menino?, da editora Manati. Com ilustrações da Mariana Massarani, rimas e muito humor, o escritor fala das ideias que passam pela cabeça de um menino. Mas o que é o juízo? “É um parafuso que a gente deixa apertado pra máquina do pensamento não fazer nada errado”, brinca.

Neste sábado (18/8), às 17 horas, Tino estará na Bienal Internacional do Livro de São Paulo para autografar seus mais recentes lançamentos – BichanoNuma Tarde Quente de Verão e O Livro das Bolhas de Sabão, que integram a coleção Na Ponta do Dedo.

Inspirado no trabalho do escritor francês Hervé Tullet, Tino criou livros interativos de papel. Para lê-los, o autor convida as crianças a tocar em figuras, assoprar, virar o livro e soltar a imaginação.

Serviço
BichanoNuma Tarde Quente de Verão e O Livro das Bolhas de Sabão
Escritor e ilustrador: Tino Freitas
Editora: Callis
Preços: R$ 37,90 (brochura) e R$ 45 (capa dura)