Veja os finalistas das categorias infantil e juvenil do Jabuti; Odilon Moraes concorre com 3 livros
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Veja os finalistas das categorias infantil e juvenil do Jabuti; Odilon Moraes concorre com 3 livros

Nas categorias que envolvem literatura infantil e juvenil, Odilon é o autor com o maior número de livros em disputa pelo principal prêmio brasileiro da área

Bia Reis

31 de outubro de 2019 | 12h30

Em 2019, o Jabuti recebeu 2.103 inscrições. Crédito: CBL/Divulgação

A Câmara Brasileira do Livro (CBL) divulgou nesta quinta-feira, 31, os cinco finalistas das 19 categorias do Prêmio Jabuti, o mais prestigiado do livro e da literatura no País. Confira a seguir os escolhidos das categorias que envolvem a literatura infantil e juvenil, em ordem alfabética:

Infantil
– A Avó Amarela, de Júlia Medeiros e Elisa Carareto. Editora: ÔZé Editora
– Casa de Passarinho, de Ana Rosa Costa e Odilon Moraes. Editora: Editora Positivo
– Donana e Titonho, de Ninfa Parreiras. Editora: Paulinas ** OBS: O livro foi feito em parceria com o ilustrador André Neves, mas foi escrito pela editora como sendo de autoria de Ninfa, segundo a CBL
– Enreduana, de Mariana Massarani. Editora: Companhia das Letrinhas / Companhia das Letras ** OBS: O livro foi feito em parceria com Roger Mello, mas foi inscrito pela editora como sendo de autoria de Mariana, segundo a CBL
– Olavo, de Odilon Moraes. Editora: Jujuba Editora

Juvenil
– 80 Degraus, de Luís Dill. Editora: Palavras Projetos Editoriais
– A Grande Assembleia dos Bichos Pestilentos e Peçonhentos, de Ivan Jaf. Editora: Trioleca Casa Editorial
– Clarice, de Roger Mello. Editora: Global Editora
– História Guardadas pelo Rio, de Lúcia Hiratsuka. Editora: Edições SM
– O Cão e o Curumin, de Cristino Wapichana. Editora: Editora Melhoramentos

Ilustração
– Chão de Peixes, de Lúcia Hiratsuka. Editora: Pequena Zahar
– Enreduana, de Mariana Massarani. Editora: Companhia das Letrinhas
Nem Filho Educa Pai, de Odilon Moraes. Editora: Sesi-SP
– Se Eu Abrir Esta Porta Agora…, de Alexandre Rampazo. Editora: Sesi-SP
– Se os Tubarões Fossem Homens, de Nelson Cruz. Editora: Edições Olho de Vidro

Fomento à Leitura
Caixa de Cultura. Responsável: Rosana Firmino de Araújo Gutierrez. Editora: Serviço Social da Indústria (Sesi-SP)
Leia para uma Criança. Responsável: Dianne Cristine Rodrigues Melo. Editora: Itaú Social
Pegaí Leitura Grátis. Responsável: Idomar Augusto Cerutti. Editora:
Instituto Pegai Leitura Grátis
Projeto BiblioSesc. Responsável: Sesc São Paulo. Editora: Edições Sesc SP
Rede LiteraSampa. Responsável: Mara Esteves Costa. Editora: Mara Esteves Costa

Neste ano, a premiação está estruturada em quatro eixos: Literatura (conto, crônica, histórias em quadrinho, infantil, juvenil, poesia e romance), Ensaios (Artes; Bibliografia, Documentário e Reportagem; Ciências; Economia Criativa; e Humanidade), Livro (Capa, Ilustração, Impressão, Projeto Gráfico e Tradução) e Inovação (Fomento à Leitura e Livro Brasileiro Publicado no Exterior).

Na categoria infantil, o júri deste ano foi composto por Denise Guilherme (A Taba), Gabriela Romeu (jornalista) e Paulo Tatit (escritor e compositor). E na categoria juvenil, por Camila Werner (editora), Peter O’Sagae (escritor e especialista na área) e Socorro Acioli (escritora).

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A edição deste ano

Neste ano, o Jabuti separou as categorias Infantil e Juvenil, que haviam sido unidas em 2018, o que na época desencadeou críticas de autores da literatura infantil e juvenil. Em maio, conversei com o Pedro Almeida, curador desta edição do prêmio, que contou que as categorias haviam sido unidas, assim como aconteceu com outras, com a intenção de valorizar ainda mais o prêmio. “Avaliamos a união das categorias e achamos que foi uma medida acertada. Levamos em consideração demandas internas e externas, e entendemos que a única que não precisava ter sido unida foi Infantil e Juvenil. No ano passado já se tinha percebido isso, mas não houve tempo hábil para rever a decisão. Agora elas estão separadas e têm critérios diferentes de avaliação”, afirma Pedro.

Com a separação, na categoria Infantil os jurados passam a observar: (1) inventividade e originalidade com linguagem adequara para o público-alvo, (2) obras que despertem percepções, emoções e sensações e (3) obras que multipliquem ou expandam a experiência leitora. E na categoria juvenil: (1) inventividade na criação de personagens e de universos que representem ou não a realidade, (2) representação das culturas juvenis e colaboração com a construção de identidades e (3) linguagem atrativa que estimule a circulação de literatura entre os jovens.

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