Alunos tidos como baderneiros passaram a ser vistos como poetas, conta educador
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Alunos tidos como baderneiros passaram a ser vistos como poetas, conta educador

No quinto episódio da série Quando a Literatura Transforma, confira a história de Rodrigo Ciríaco, educador e escritor que promove saraus em escolas da rede pública paulista

Bia Reis

30 de novembro de 2016 | 21h48

Rodrigo-Ciriaco

Rodrigo Ciríaco. Crédito: Reprodução

 

Filho de pais que não completaram a educação básica, o educador e escritor Rodrigo Ciríaco se encantou primeiro pelos quadrinhos e depois pela poesia. Começou a escrever e, ao descobrir os saraus, se encantou definitivamente pelo poder da palavra – escrita ou falada. Tornou-se professor de História da rede pública e passou a desenvolver nas escolas atividades literárias, entre elas os saraus que o haviam conquistado. “Eles (os alunos) deixaram de ser vistos apenas como baderneiros, bagunceiros, sem futuro, para serem vistos como poetas”, conta Rodrigo, sobre as transformações que viu e que vê por onde passa.

Confira a seguir a entrevista de Rodrigo Ciríaco:

Este é o quinto episódio da série Quando a Literatura Transforma. Quer assistir os outros?

O primeiro foi com o escritor e jornalista Caio Tozzi. Em seguida, a entrevistada foi Sidinéia Chagas, gestora de uma biblioteca comunitária que funciona dentro de um cemitério. O terceiro episódio foi com Tatiana Fraga, diretora do Espaço de Leitura do Parque da Água Branca, e o quarto, com o estudante Andrei Silva, de 13 anos, uma das pessoas que mais retira livros da Biblioteca Parque Villa-Lobos.

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