‘A literatura fez com que eu me reconhecesse como cidadã’
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‘A literatura fez com que eu me reconhecesse como cidadã’

No segundo episódio da série Quando a Literatura Transforma, conheça a história da mediadora de leitura Sidinéia A. Chagas, gestora de uma biblioteca comunitária que funciona dentro de um cemitério

Bia Reis

01 Novembro 2016 | 20h52

sidneia

Filha de pais analfabetos, Sidinéia A. Chagas cresceu numa família grande na periferia de São Paulo. Teve de se mudar de bairro para fugir do tráfico. E foi na literatura que encontrou o caminho para uma vida melhor. Hoje, Sidnéia é mediadora de leitura e gestora de uma biblioteca comunitária que funciona dentro de um cemitério.

Esta história inspiradora e cheia de esperança é a segunda da série Quando a Literatura Transforma. O primeiro episódio foi com o jornalista e escritor Caio Tozzi, autor de Tito Bang! e O Segredo do Disco Perdido, entre outros.

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