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‘A Árvore Magnífica’: admiração mútua entre pai e filha

Bia Reis

24 de fevereiro de 2014 | 14h17

Você conhece o escritor e ilustrador Stephen Michael King? Sempre que cai nas minhas mãos algum livro feito por ele, fico cheia de expectativas. Adoro o jeito como ele conta as histórias, os temas que ele trata, a maneira como contrói os personagens.

King ilustrou A Árvore Magnífica, de Nick Bland, mas poderia ter escrito o livro também. Afinal, as relações humanas estão entre os assuntos preferidos de King, basta lembrar de O Homem Que Amava Caixas – uma das obras que integram a lista das dez mais da minha vida – e Pedro e Tina.

Em A Árvore Magnífica, Bland conta a história da minha xará, Bia, e de seu pai, que viviam sempre cheio de ideias. Os dois tinham uma admiração mútua: papai admirava as ideais de Bia por considerá-las simples, bem pensadas, inteligente e bem-feitas; já a garota amava as ideias do pai, pois as achava grandes, corajosas, brilhantes e criativas.

Pai e filha tinham ideias para quase tudo, menos para voar como os pássaros – e eles adoravam as aves, gostariam de conviver mais próximo delas. Mas como isso seria possível?

Bia e papai acreditam que o jeito seria criar uma árvore. Cada um, então, tem uma ideia sobre como seria essa árvore e passa a trabalhar para concretizá-la. Cada um, do seu jeito, com as suas características, faz a sua árvore magnífica.

A Árvore Magnífica mostra uma relação de amor e cumplicidade entre pai e filha que pensam e agem de maneira diferente. Mas isso não é motivo para se estranharem e sim para aprenderem a se orgulhar do que o outro tem de diferente.

Serviço
A Árvore Magnífica
Escritor: Stephen Michael King
Ilustrador: Nick Bland
Tradutora: Gilda de Aquino
Editora: Brinque-Book
Preço: R$ 30,50

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