Prosseguindo a sua série Bits de divulgação científica, o Estado da Arte publica o segundo de uma série de cinco textos relacionados a cada uma das conferências apresentadas na Maratona Piauí Serrapilheira, realizada em maio no Instituto Moreira Salles no Rio de Janeiro.
Por que os filósofos receiam empregar a imaginação na formulação de seus pensamentos?
Quantas vezes se suspeitou o esgotamento da arte por meio de sua tradução e de sua simulação em algo que lhe é tão fundamentalmente adverso?
por Eduardo Vicentini Medeiros Em 11 de Julho de 2017 prometi aos meus possíveis leitores do Estado da Arte que escreveria uma série de cinco artigos sobre Stanley Cavell. Cumpri o prometido. Escrevi, e foram devidamente publicados, os cinco artigos. Mas cometi um erro básico de aritmética: o elenco de temas que sugeri no primeiro artigo
Ciúme – O Inferno do Amor Possessivo, de 1994, apresenta uma nova perspectiva sobre a obra do diretor francês.
Nas cobranças que fazemos aos outros, pode se esconder uma verdade sobre nós mesmos.
No Brasil, a ideia de que houve uma mudança importante na sociedade brasileira ainda não foi percebida pelos políticos. Os fatos mudaram, mas as opiniões (e as práticas) dos políticos não.