Rage: acima dos contratempos

Estadão

10 de outubro de 2010 | 00h44

grade que caiu e as caixas de som ficaram mudas por duas vezes, enquanto o RATM tocava com toda sua energia. São fatos fáceis de descrever, e de inevitável repercussão – o Brasil esperava há anos por um show da banda. Mas foram problemas pontuais que só tomaram alguns minutos da apresentação.

A sinergia entre palco e público que você vê nos videoclipes realmente existe. E vale arriscar que é melhor. O público pulou muito, e sem brigas – a não ser os ‘bate-cabeça’ em alguns pontos que, claro, fazem parte de todo show de rock.

De destaques, vão ficar na memória:
– a virtuosidade do guitarrista Tom Morello, que reproduziu nota a nota, distorção a distorção, pedal a pedal, cada parte das músicas como se fosse exatamente num estúdio;
– a energia e carisma de Zack de La Rocha, que conseguiu animar o público em literalmente todas as músicas – pra não dizer as mais famosas Killing in the Name, Freedom e Wake Up. Enfim, mostrou que não, eles não estavam num estúdio.

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Neste domingo, Kings of Leon e Dave Matthews Band são as duas principais atrações do SWU.

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