Pixies, uma interação diferente com os fãs

Estadão

12 de outubro de 2010 | 00h54

Pixies é uma banda que conversa pouco com o público. A maioria de seus músicos entra muda e sai calada. A única que falou foi a baixista Kim Deal (ex-Breeders), que soltou meia dúzia de obrigado’s.

Não precisava. A maioria das suas músicas já passa a mensagem que seu público quer ouvir. E não duvide. Há sim um público que veio para ver esse grupo e somente ele.  “Será que fico pro Linkin Park” era o que alguns diziam sobre a próxima banda.

Sobre o repertório, os fãs não tiveram o que reclamar. A maioria costuma curtir a música apenas chacoalhando um pouco a cabeça e cantando junto com a banda. Mas em cada início de canção,  sempre havia  um em algum canto pulando muito e dizendo que aquela era a música da sua vida.

Músicas da vida à parte, no final, todos pediram “Where is my Mind”, a trilha sonora do filme Clube da Luta. E de uma forma peculiar: soltando um grunhido agudo que inícia a música até o vocalista Black Francis dizer Stop (pare).

Era exatamente este o início da música mais esperada e que já ultrapassou há tempos o hit de rádio Here Comes Your Man no gosto de seus fãs.

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