Organização do SWU responde às reclamações

Estadão

10 de outubro de 2010 | 18h30

Ao relatar os números oficiais do SWU, o coordenador de produção, Caco Lopes, fez questão de destacar lados positivos. Disse, por exemplo, que nenhum show atrasou no primeiro dia e que a quantidade de pessoas no fórum de debates sobre sustentabilidade foi boa (mil pessoas) porque a lista de espera também tem mil pessoas. “A tendência é que esse número aumente nos próximos eventos”.

No entanto, logo foi inundado com perguntas sobre os problemas do evento.

Sobre o show do Rage Against the Machine, Lopes disse que os problemas de som ocorreram por conta da mesa de som do próprio Rage Against the Machine. Prometeu também reforço na estrutura – além de duas novas barreiras para não ocorrer invasão da área VIP.

Outra reclamação, principalmente de quem viu o cenário ao final do show do RATM, foi a questão do lixo. O coordenador não soube precisar a quantidade recolhida mas disse que contou com 120 pessoas trabalhando durante o dia e 230 durante a madrugada (após os shows), fazendo coleta e separação.

Ainda entre os itens de reclamação estão os banheiros. Segundo ele, não há falta de banheiros químicos no evento. “A lei exigiria 750 unidades para um evento como este. Temos mais de mil”.

Quanto à água e energia elétrica, o coordenador ressaltou as diferenças nas estruturas. “A parte elétrica é mais rápida de corrigir e isso já está sendo feito. A parte hidráulica exige um pouco mais. Vamos fazer melhorias na estrutura.”

E finalmente, em relação aos banhos de sete minutos, foi taxativo. “É natural que as pessoas sintam desconforto em relação ao que estão acostumadas em casa, mas faz parte da conscientização”.

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