Na chegada, poeira e desorganização

Estadão

09 de outubro de 2010 | 15h27

A Fazenda Maeda, logo depois que os portões abriram

Itu tem cerca de 175 mil habitantes. Não dava para esperar que um fluxo de 150 mil pessoas – o total de público esperado para os três dias – não movimentasse os arredores da cidade. E isso já foi visível, ao menos no começo da tarde deste sábado, 9, em quase toda extensão da estrada de acesso que leva aos portões de entrada do festival.

Na estrada de terra, a poeira – essa, parte do jogo, impossível de evitar -, o atraso na abertura dos portões para o público e a falta de sinalização indicando as entradas específicas foram as principais reclamações de quem já chegava ao SWU por volta das 13h. Um grupo de cerca de 30 pessoas até começou um protesto contido, gritando “SWU, vai tomar no **!”. Os seguranças olhavam uns para os outros, constrangidos, sem saber contudo informar que horas as pessoas poderiam entrar ou para onde deveriam se dirigir. E os membros da organização, embora solícitos quando encontrados, eram difíceis de achar.

O desencontro de informações (por onde entrar e que horas) foi resolvido quando a entrada foi finalmente liberada, cerca de 14h. O trânsito, contudo, deve piorar daqui pra frente, a julgar pelo volume de pessoas que continuam passando pelos portões da Fazenda Maeda. Para esses, aliás, uma boa notícia: por enquanto, a chuva só ameaçou. Apesar do vento forte, os chuviscos foram muito leves e cessaram cinco minutos depois de começar, seguidos por céu aberto.

O post da Tania Gomes tem mais fotos da chegada do público ao local. Clique aqui para ver.

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