Enfim, uma bandeira

Estadão

09 de outubro de 2010 | 15h54

Por Julio Maria

A guitarra de Jimi Hendrix bem que mandou o aviso ao solar o Hino Nacional dos Estados Unidos naquele Woodstock de 1969. Se pudesse falar, diria algo como “pô presidente Lyndon Johnson, deixe o Vietnã em paz e traga nossos irmãos de volta, vai.” Cinco anos depois, a nação pagaria pela teimosia de seus líderes: 54 mil soldados mortos em uma guerra inútil. Eric Clapton fez outro pedido em 1988 no estádio londrino de Wembley. Mais meloso que Hendrix, tocou Wonderful Tonight com Mark Knopfler para dizer ao então presidente sul-africano Frederik de Klerk: “Mandela está preso há 26 anos por querer igualdade racial. Não seria melhor soltá-lo?” O evento Free Mandela, visto pela TV em 67 países por 600 milhões de pessoas, deu resultados maiores. Dois anos depois do concerto, Mandela deixou a prisão.

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