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Trago fofocas (e verdade duras)

Redação Divirta-se

15 de janeiro de 2021 | 13h12

RÊ PROVA

Toda semana, Renata Mesquita vai reprovar absurdos vistos por aí nessa nova rotina imposta pela pandemia    

Não estranhe, esta semana a coluna está mais para coluna de fofocas. Na verdade, um boletim de ocorrência ou mural da vergonha alheia. Chegaram a mim duas histórias (denúncias) muito chocantes – acho que virei uma espécie da divã das reclamações alheias em relação a absurdos vistos por aí na quarentena (como bem descrito no pé da coluna). Já conto, mas antes, preciso dividir que descobri um novo tipo de negacionista. E eu me encaixo nele. Os negacionistas das pessoas sem nenhuma noção. Eu cheguei a defender que andar de avião já era seguro, porque, afinal, ninguém infectado iria entrar nele, certo? Errado. Elas existem, e estão por todos os lados.

Enfim, ambos os enredos envolvem pessoas contaminadas, mas sem sintomas graves, que resolveram

que, se não estão sentindo nada, não precisam ficar em casa, ou pensar no próximo, no coletivo. A primeira é o caso de uma que viajou para fora do País no réveillon e na hora da voltar, ao fazer o teste obrigatório para entrar no avião, descobriu que estava com covid. Teria de ficar no local escolhido para o veraneio por 10 dias – o lugar era uma praia paradisíaca. Decidiu que não queria ficar por lá sozinha, coitada, e então, forjou um teste negativo. Embarcou plena rumo à cidade e voltou a sua programação normal (que com certeza envolve ir a muitos restaurantes e salões de beleza). Julguei mesmo, me julguem. A questão é… se foi você o infeliz (não há outra palavra) que sentou ao lado da pessoa no avião… coitado. Sem contar quem foi ao banheiro, no saguão do aeroporto. A outra, bem parecida, envolve uma família inteira infectada que foi à praia, ao shopping e à pizzaria… não é música do Kib Abelha não. Verdade, fontes confiáveis. Não confiáveis são as pessoas mesmo. Uma triste verdade que temos de parar de negar.

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