Pistinha? Queremos! Mas não devemos
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Pistinha? Queremos! Mas não devemos

Redação Divirta-se

19 de novembro de 2020 | 18h20

RÊ PROVA

Toda semana, Renata Mesquita vai reprovar absurdos vistos por aí nessa nova rotina imposta pela pandemia

Acho que já deu para notar que a grande maioria das reclamações que trago aqui são de natureza pessoal, inspiradas pela minha própria experiência – e consequente irritação – despertadas durante a pandemia. Já falei sobre frequentar restaurantes, mercados, shoppings, e até mesmo sobre as angústias virtuais: as lives sem-fim e demandas infinitas do WhatsApp.

O engraçado é ver que, aos poucos, ela foi tomando um caráter de disque-denúncia. Pessoas próximas que me ligam, mandam mensagens, sugerindo ou pedindo para eu abordar tal ou tal assunto. Até então estava mais focada nas minhas próprias frustrações, mas recebi uma que achei que de fato era “um absurdooooo”, difícil de ignorar, principalmente em um momento como o atual, em que os números de internações e contágios estão crescendo novamente.

Se você não sabe ainda, as baladas estão de volta, com tudo! Já tinha ouvido falar de algumas festinhas particulares, escondidas, mas com direito a venda de ingressos a R$ 300, DJ com nome e sobrenome e open bar. Triste, eu sei. Mas, agora, fiquei sabendo que as danceterias (meu deus, me tornei a minha mãe) estão abertas e lotadas até o amanhecer do dia. Tal qual eu mesma frequentava um pouco mais de um ano atrás (já fui jovem).

A frase já está virando lema da coluna, mas as demonstrações pedem que ela seja repetida à exaustão: a pandemia não acabou! E não existe vacina sendo distribuída ou cura milagrosa. Então, engule a frustração e não frequente esses lugares. Uma dica – já até batida – para quem sente falta de dançar: entre no YouTube e digite FitDance. É divertidíssimo, e o melhor: a cerveja é mais barata, está sempre trincando e o banheiro, bem limpinho.

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