Novo ‘Suprema’ retrata a carreira de Ruth Bader Ginsburg, aclamada juíza da Suprema Corte nos EUA
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Novo ‘Suprema’ retrata a carreira de Ruth Bader Ginsburg, aclamada juíza da Suprema Corte nos EUA

Humberto Abdo

14 de março de 2019 | 15h29

Foto: Diamond Films

+ Com narrativa linear dedicada aos muitos obstáculos vividos por um grande ícone da política nos Estados Unidos, o novo longa-metragem Suprema, da diretora Mimi Leder, assume a tarefa de apresentar a vida e a carreira de Ruth Bader Ginsburg, juíza da Suprema Corte norte-americana. E faz isso de modo a fisgar a atenção tanto dos que nunca ouviram falar nela como daqueles que já a conhecem.

Interpretada por Felicity Jones, a protagonista se formou em direito nas universidades de Harvard e Columbia, sempre como primeira aluna da turma – conquista que não chegou a facilitar sua ascensão profissional.

Por ser mulher, Ginsburg enfrenta dificuldades para conseguir emprego, entre os anos 1950 e 60, ouvindo uma série de desculpas dos empregadores, todas com tom abertamente machista.

Na cinebiografia, o devotado marido Martin D. Ginsburg, papel assumido por Armie Hammer, representa um grande aliado na trajetória da mulher, mas a luta dele contra o câncer, embora seja retratada, surge de forma bem mais corriqueira.

Frustrada por trabalhar durante anos como professora, seu primeiro emprego, ela encontra em um caso específico a oportunidade para tentar derrubar centenas de leis que discriminam as mulheres na constituição. Ao contar com o apoio do marido e da lendária advogada Dorothy Kenyon (Kathy Bates), que faz uma breve aparição, Ginsburg caminha para se tornar uma personalidade fundamental na luta pelos direitos das mulheres. Humberto Abdo

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