Melissa McCarthy constrói personagem densa em ‘Poderia me Perdoar?’
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Melissa McCarthy constrói personagem densa em ‘Poderia me Perdoar?’

Redação Divirta-se

14 de fevereiro de 2019 | 16h14

Danilo Casaletti, especial para o Estado

Foto: Twentieth Century Fox

Dirigido por Marielle Heller, Poderia me Perdoar? se passa na década de 1990 e conta a história da escritora Lee Israel (Melissa McCarthy), que está na casa dos 50 anos e vive um bloqueio criativo. Ela sofre com as mudanças do mercado editorial, que, naquele momento, torna-se mais competitivo e calcado no marketing pessoal – o que ela, uma mulher sem traquejo social, abomina.

Sem dinheiro para pagar o aluguel do pequeno apartamento em que vive, Lee encontra uma carta da comediante Fanny Brice, personagem da biografia que tenta escrever, e percebe o interesse de sebos e colecionadores por esse tipo de raridade. Decide, então, forjar mensagens e bilhetes escritos por nomes famosos, como a atriz Marlene Dietrich e a escritora Dorothy Parker. E isso lhe garante uma sobrevida financeira.

A certa altura, ela reencontra um velho conhecido, Jack Hock (Richard E. Grant), um criminoso confesso. Em raro momento de confiança, Lee se abre com ele, que vira seu cúmplice. Porém, ela é descoberta e passa a integrar a lista de procurados pelo FBI.

Conhecida essencialmente por atuar em comédias, Melissa McCarthy (que concorre ao Oscar de melhor atriz) constrói uma personagem densa, que se contrapõe ao tipo interpretado por Grant (indicado à estatueta de ator coadjuvante), um sujeito que tenta dar leveza aos dissabores da vida. Os dois fazem com que o espectador crie imediata empatia com seus personagens, transformando dois foras da lei em adoráveis figuras. Confira salas e horários de exibição

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