Inspirado nos games, ‘Assassin’s Creed’, de Justin Kurzel, estreia nos cinemas paulistanos
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Inspirado nos games, ‘Assassin’s Creed’, de Justin Kurzel, estreia nos cinemas paulistanos

André Carmona

12 Janeiro 2017 | 17h04

Longa é baseado na famosa franquia de games

Longa é baseado na popular franquia ‘Assassin’s Creed’. IMDB/Reprodução

Filmes inspirados em games nem sempre agradam. Os fãs mais fervorosos dos jogos costumam criticar as adaptações das franquias para o cinema, enquanto o grande público, sem intimidade com tais histórias, fica à mercê de roteiros duvidosos. Exemplos não faltam, como ‘O Despertar do Mal’ (2005), de Uwel Boll. Mas este pode não ser o caso de Assassin’s Creed, estreante da semana nos cinemas paulistanos.

A trama, que antes de virar filme já havia sido adaptada à literatura, gira em torno da batalha secular entre a Ordem dos Templários, organização que pregava o fundamentalismo católico na Idade Média, e o Credo dos Assassinos, grupo que luta pela liberdade.

No longa, com direção de Justin Kurzel, os templários procuram pela ‘maçã do Éden’, em posse dos assassinos desde 1492. Ela conteria o DNA da ‘desobediência civil’ e da ‘violência’. Para isso, desenvolvem uma máquina, ultra tecnológica, que resgata a memória genética de quem a ela é submetido.

Em pleno 2016, Callum Lynch (Michael Fassbender) é capturado pelos templários por ser um descendente de Aguilar de Nerha, responsável pela proteção da maçã no passado. Forçado a entrar na máquina, Lynch revive as missões de seu ancestral durante a Inquisição Espanhola, no século 15.

Com ótimos efeitos gráficos, e muita ação, o filme se torna uma experiência divertida, ainda mais em 3D. A mescla de ficção científica com fatos históricos enriquece o enredo, que pretende agradar a diferentes gostos.

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