‘Fevereiros’ destaca a religiosidade de Maria Bethânia
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‘Fevereiros’ destaca a religiosidade de Maria Bethânia

Redação Divirta-se

31 de janeiro de 2019 | 16h28

Danilo Casaletti, especial para o Estado

Foto: Art House

Em fevereiro de 2016, a Mangueira passou pelo sambódromo carioca contando a história da cantora Maria Bethânia. O enredo, batizado de ‘A Menina dos Olhos de Oyá’, garantiu o título à escola de cores verde e rosa. É justamente o desenvolvimento do desfile, assinado pelo carnavalesco Leandro Vieira, o ponto de partida de Fevereiros, documentário dirigido por Marcio Debellian.

Ao unir o Rio de Janeiro a Santo Amaro da Purificação, terra natal de Bethânia, o diretor foca, além dos preparativos para a folia, a religiosidade da homenageada, seja na devoção à santa padroeira da cidade – em festa que ocorre no mês de fevereiro – ou no culto aos orixás.

A fé da cantora também é destacada por amigos e pessoas íntimas, como o irmão Caetano Veloso e o compositor Chico Buarque, com quem ela dividiu uma turnê em 1975. “Eu via ela fazendo os passes (antes de entrar em cena) e ficava na minha”, diz Chico, que se declara um “não religioso”.

O longa também lança mão de imagens de arquivo, como a lendária turnê dos Doces Bárbaros – que reuniu Bethânia, Caetano, Gal Costa e Gilberto Gil – e cenas do filme ‘Quando o Carnaval Chegar’, de Cacá Diegues.

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