Em ‘Esquadrão Suicida’, supervilões dos quadrinhos têm de salvar os EUA
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Em ‘Esquadrão Suicida’, supervilões dos quadrinhos têm de salvar os EUA

Celso Filho

04 Agosto 2016 | 18h32

A batalha entre a DC Comics e a Marvel na indústria cinematográfica ganha um novo episódio com o Esquadrão Suicida. Mas, neste caso, esqueça os clássicos heróis dos quadrinhos: o filme é baseado na famosa equipe de supervilões que trabalham como mercenários para o governo norte-americano.

Foto: divulgação

Foto: divulgação

O roteiro e a direção do longa são de David Ayer, que, por sinal, já tem experiência em anti-heróis com trabalhos como ‘Dia de Treinamento’ (2001) e o mais recente ‘Corações de Ferro’ (2014). Na adaptação de Ayer, dos heróis do universo da DC, apenas Batman tem pequenas aparições no roteiro – o que também serve para preparar o terreno para a chegada de ‘Liga da Justiça’ em 2017.
A história começa após os acontecimentos de ‘Batman vs Superman’ (2016). Com o surgimento dos meta-humanos, a oficial Amanda Waller (Viola Davis) decide criar um time de encarcerados para defender os interesses dos Estados Unidos em troca de redução de sentença. Liderado pelo militar Rick Flag (Jai Courtney), o esquadrão, então, é formado por vilões de peso, como Pistoleiro (Will Smith), Capitão Bumerangue (Jai Courtney), a namorada do Coringa (Jared Leto) e a instável Arlequina (Margot Robbie).
No entanto, os planos do governo norte-americano saem de controle quando aparece uma poderosa e antiga entidade que ameaça toda a humanidade. Assim, o grupo é enviado para essa missão quase suicida para bancar os heróis da vez.

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