‘É o Amor’ explora triângulo amoroso com humor
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‘É o Amor’ explora triângulo amoroso com humor

Rafael Sousa Muniz de Abreu

10 de março de 2016 | 17h18

Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

Em É o Amor, que teve sua estreia mundial na Mostra de Cinema de São Paulo de 2015, o referenciado sentimento se complica e se divide por meio das visões de seus protagonistas. Dirigido pelo francês Paul Vecchiali, o longa fica entrea comédia e o drama, com toques de musical.

A trama se desenvolve a partir de uma acusação de Odile (Astrid Adverbe) a seu marido, Jean (Julien Lucq). Desconfiada dele, que chega sempre tarde do trabalho, toma uma decisão.

Diante da suspeita, comunica ao marido que pretende traí-lo, para fazê-lo se sentir como ela se sente.
Assim, Odile inclui Daniel (Pascal Cervo), um ator já casado com um homem, num triângulo amoroso. Filmados com humor e certas ousadias narrativas, os encontros e desencontros, que de outro modo soariam clichê, ganham força expressiva.

 

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