Diretor Darren Aronofsky evoca estilo perturbador em ‘Mãe!’
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Diretor Darren Aronofsky evoca estilo perturbador em ‘Mãe!’

André Carmona

21 de setembro de 2017 | 14h19

Longa é estrelado por Javier Bardem e Jennifer Lawrence. Foto: Paramount Pictures

Não dá para dizer que os filmes do diretor americano Darren Aronofsky causam medo. Mas é difícil pensar que produções como ‘Cisne Negro’ (2011) e ‘Réquiem para um Sonho’ (2000) não tenham gerado ansiedade no espectador. Seja pela fotografia escura, pela imersão nos aspectos psicológicos de seus personagens ou pela atmosfera sombria. Aronofsky sabe ser perturbador. É seu estilo.

Em Mãe!, que chega aos cinemas esta semana, tais características estão ainda mais fortes. A começar pelos personagens, que não têm nomes. São tratados como Ele, a Mãe, a Mulher e o Homem.

O filme conta a história de um casal – Ele (Javier Bardem) e Mãe (Jennifer Lawerence) – que, de repente, tem a rotina abalada quando um estranho visitante chega à sua casa. O Homem (Ed Harris) está à procura de um lugar para pernoitar.

Famoso escritor, Ele vive uma fase nada criativa. Já Mãe é uma jovem obstinada em fazer tudo dar certo – o casamento, a vida do marido, a reforma da residência onde vivem.

Para desespero da jovem, Ele convida o Homem a ficar na casa quanto tempo quiser. E tudo piora quando outra visitante, a Mulher (Michelle Pfeiffer), se soma a eles. Intrometida, passa a questionar a intimidade do casal, como o fato de eles não terem filhos.

O que ocorre depois é um verdadeiro caos. Mortes, ruídos incômodos, alucinações. E assisti-lo vira tarefa desafiadora.

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