Damien Chazelle homenageia a indústria cinematográfica no musical ‘La La Land – Cantando Estações’
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Damien Chazelle homenageia a indústria cinematográfica no musical ‘La La Land – Cantando Estações’

André Carmona

19 Janeiro 2017 | 17h15

Ryan Gosling e Emma Stone interpretam um casal em busca do sucesso. IMDB/Reprodução

No longa, Emma Stone e Ryan Gosling interpretam um casal em busca de sucesso no meio artístico. IMDB/Reprodução

Não é à toa que La La Land – Cantando Estações é um dos filmes mais aguardados da temporada. Grande vencedor do Globo de Ouro 2017, com sete premiações, e tendo 11 indicações ao Bafta (Academia Britânica de Artes, Cinema e Televisão), o longa figura entre os favoritos ao Oscar deste ano. Tudo isso com um gênero atualmente considerado fora de moda em Hollywood: o musical.

Na trama, Sebastian (Ryan Gosling) é um pianista frustrado e ranzinza que sonha em ter seu próprio clube de jazz; e Mia (Emma Stone), uma aspirante a atriz em busca de reconhecimento. Juntos, os protagonistas vivem uma história de amor que alterna altos e baixos, conforme mudam as estações do ano, dividindo-se entre a difícil realidade profissional de cada um e seus sonhos particulares.

A história parece simples. E é. Mas a maneira como se desenrola, sem uma linearidade óbvia, mantém o filme, que conta com 14 canções originais, empolgante e comovente do começo ao fim. É provável que nem o espectador mais avesso a musicais o ache maçante.

E o êxito, em muito, se deve ao jovem diretor Damien Chazelle, o mesmo de ‘Whiplash – Em Busca da Perfeição’ (2014). Inspirando-se em clássicos como ‘Cantando na Chuva’ (1952), ele presta uma verdadeira homenagem ao cinema, à música e também à cidade de Los Angeles. Ao mesmo tempo em que rejuvenesce o gênero trazendo à tona dramas modernos.

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