‘Colossal’, longa de Nacho Vigalondo, faz metáfora sobre monstros mentais
As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

‘Colossal’, longa de Nacho Vigalondo, faz metáfora sobre monstros mentais

Redação Divirta-se

14 de junho de 2017 | 19h01

Jason Sudeikis e Anne Hathaway em ‘Colossal’. Foto: Brightlight Pictures.

O diretor Nacho Vigalondo tem um jeito muito peculiar de contar histórias. Por isso, fica difícil enquadrar seus filmes em apenas um gênero. Nos enredos do espanhol, ficção científica, drama, comédia, romance e ação se mesclam com naturalidade.

Foi assim no inteligente ‘Crimes Temporais’ (2007), em que a temática de viagens no tempo esconde um suspense de tirar o fôlego. E também em ‘Extraterrestre’, comédia com toques de ficção científica.

Em Colossal, que chega aos cinemas esta semana, não é diferente – o longa tem de tudo um pouco. A trama começa contando as desilusões de Gloria (Anne Hathaway). Desempregada e sofrendo com o alcoolismo, ela é expulsa do apartamento do namorado Tim (Dan Stevens) em Nova York. Sem alternativas, precisa retornar à sua cidade natal, no interior, onde reencontra um velho amigo de infância, Oscar (Jason Sudeikis).

Paralelamente, um monstro gigante, ao estilo Godzilla, promove ataques em Seul, na Coreia do Sul. Prédios sendo demolidos, caos e pessoas morrendo promovem uma reviravolta no longa.

Do outro lado do mundo, Gloria se sente, estranhamente, conectada aos aterrorizantes eventos, enquanto tenta dar um rumo à sua vida.

A história parece absurda. Mas a metáfora de monstros que habitam nossas mentes é válida. Além disso, Hathaway e Sudeikis estão ótimos. Diversão garantida.

Tendências: