Cinco documentários em cartaz na cidade de São Paulo
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Cinco documentários em cartaz na cidade de São Paulo

Humberto Abdo

12 de maio de 2019 | 16h00

Amazônia, O Despertar da Florestania
(Brasil/2016, 110 min) – Documentário. Dir. Christiane Torloni/ Miguel Przewodowski. Por meio de entrevistas e depoimentos, especialistas discutem a importância da floresta e como ela foi essencial para a formação da identidade brasileira. Além disso, dados mostram como o País tem lidado com sua preservação. Confira salas e horários de exibição

Inezita
(Brasil/2019, 85 min.) – Documentário. Dir. Hélio Goldsztejn. Com Inezita Barroso, Ruth De Souza, Ary Toledo. Tendo comandado o programa ‘Viola, Minha Viola’ por mais de 30 anos, Inezita Barroso foi um dos grandes expoentes da música popular brasileira. No entanto, a caminhada até o sucesso não foi nada fácil. Nascida em 1925, a artista teve que romper com preconceitos e estigmas que excluíam as mulheres da cena musical sertaneja do país, além de batalhar muito para mostrar seu valor como pesquisadora folclórica.Confira salas e horários de exibição

A Parte do Mundo que Me Pertence
(Brasil/2017, 84 min) – Documentário. Dir. Marcos Pimentel. Com Gabriel Lucas Câmara, Zé EustáquioSouza, Lorena Soares. O diretor percorre as ruas de Belo Horizonte para descobrir quais são os sonhos das pessoas que passam por ele. 14 anos. Confira salas e horários de exibição

Tunga, o Esquecimento das Paixões
(Brasil/2018, 73 min) – Documentário. Dir. Miguel de Almeida. Com Tunga, Marina Lima, Cildo Meireles. Traz a trajetória do escultor, desenhista e artista performático conhecido como Tunga, o primeiro artista contemporâneo do mundo a ter uma obra no Louvre, em Paris. Confira salas e horários de exibição

Foto: Cine Tamaris

Varda Por Àgnes
(Varda par Agnès, França/2019, 115 min) – Documentário. Dir. Agnès Varda. Com Agnès Varda. Último filme da diretora francesa considerada a mãe da Nouvelle Vague. No longa, ela explora o seu processo criativo e mostra em detalhes o método ‘storytelling’, que ela prefere chamar de ‘cine-writing’, usado em grande parte de sua obra. Livre. Confira salas e horários de exibição

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