Bienal (re)visitada: Lais Myrrha ocupa o pavilhão com torres monumentais
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Bienal (re)visitada: Lais Myrrha ocupa o pavilhão com torres monumentais

Celso Filho

08 de setembro de 2016 | 16h09

Lais Myrrha

Foto: Celso Filho/Estadão

Logo no 1º andar do pavilhão da 32ª Bienal de São Paulo, duas edificações se contrapõem às curvas modernas de Niemeyer. É a obra ‘Dois Pesos, Duas Medidas’ (foto acima), da mineira Lais Myrrha.

Este contraste parece ser justamente o objetivo da artista. A dupla de torres destaca diferentes modos de construção. De um lado, cipós, toras de madeira e palha, em referência ao modelo de moradia indígena. Do outro, a visão ocidental da construção civil – tijolos, cimento e canos.

Ao caminhar um pouco mais pelo 1º andar, é possível ainda perceber potenciais diálogos entre a criação e outras obras, como a instalação ‘Na Forma de Nós Mesmos’, de Rita Ponce León, ou nos vídeos de ‘Cantos de Trabalho’, de Leon Hirszman (1937-1987).

Pavilhão da Bienal. Pq. Ibirapuera. Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 3, 5576-7600. 9h/19h (5ª e sáb., 9h/22h; fecha 2ª). Grátis. Até 11/12. Inf.: www.32bienal.org.br

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