Ascensão da maior rede de fast-food do mundo é contada em ‘Fome de Poder’
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Ascensão da maior rede de fast-food do mundo é contada em ‘Fome de Poder’

André Carmona

09 Março 2017 | 17h24

Foto: Diamond Films/Div.

Foto: Diamond Films/Div.

Nada de molho especial. Ray Kroc, fundador da Mc Donald’s Corporation, dizia que o segredo de sucesso da rede estava no nome: forte, representava os valores norte-americanos de família e prosperidade. Mas não foi isso o que chamou a atenção do então vendedor frustrado de batedores de milk-shake, quando, em 1954, conheceu os irmãos Richard e Maurice McDonald.

À época, eles tocavam uma pequena, mas destacada, lanchonete em San Bernardino, na Califórnia. A loja ganhava clientes devido ao ineditismo conceitual, que levava em conta a rapidez, a eficiência, a padronização e o controle de qualidade dos produtos.

Kroc se apaixonou pela ideia. Pouco tempo depois, com sua ajuda, o estabelecimento se tornaria a maior cadeia de fast-food do mundo. Símbolo do capitalismo globalizado do século 20.

A meteórica ascensão da rede é contada, agora, em Fome de Poder, longa dirigido por John Lee Hancock.

Na trama, é evidente a preocupação do diretor em não adotar um tom propagandista. Para isso, ele prefere salientar as disputas entre os inventores do conceito e Ray Kroc, o primeiro franqueado. Nos Estados Unidos, as bilheterias comprovam o êxito da controversa história.

Quem dá um show à parte é o ator Michael Keaton – o mesmo de ‘Birdman’ (2014). Ele dá vida ao ambicioso Ray, que conseguiu aliar persistência a uma boa ideia e transformou o negócio em um império gastronômico.

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