‘São Paulo Tap House’ tem boa proposta e má execução
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‘São Paulo Tap House’ tem boa proposta e má execução

Rafael Sousa Muniz de Abreu

26 de novembro de 2015 | 17h28

Porção de Miniburacos Quentes. Foto: Divulgação.

Porção de Miniburacos Quentes. Foto: Divulgação.

Inaugurada na semana passada, na Vila Madalena, a São Paulo Tap House se propõe como uma vitrine das cervejas artesanais brasileiras. Com 40 torneiras, a casa serve copos gelados de cervejarias de todo o País. Apesar da ambição, ainda faltam alguns ajustes para que essa ‘vitrine’ seja adequada, valorizando sua boa seleção de bebidas.

Localizado em uma casa espaçosa, com dois andares, terraço e área externa, o bar tem decoração simples e jeitão de happy hour. No térreo, as cervejas saem das torneiras em copos de 150 ml ou 330 ml, com preços que variam entre R$ 7 e R$ 27.

E é aí que começam os problemas. Se o cliente estiver no piso superior, para pedir um copo da 001 IPA, da Votus, (R$ 14, 330 ml) ou da Session Tripel, da Landel, (R$ 15, 330 ml), terá quedescer até o térreo, único local de onde é possível ver a seleção de chopes, exibida em televisores. A outra alternativa é consultar o smartphone dos garçons, que tem uma lista, mas sem preços.

O serviço, aliás, também deixa a desejar. A comida é gostosa, caso da tábua ‘Iniciados’ (R$ 39, 200 g), com embutidos, queijos, caponata e pães, mas os garçons pareciam confusos e mal versados no cardápio. A boa porção de ‘Miniburaco Quente’ (R$ 24), com carne moída, linguiça e cogumelos, demorou para chegar, e o pedido de pastéis de queijo (R$ 25) acabou servido para a mesa errada.

Serviço: R. Girassol, 340, V. Madalena, 3530-6602. 18h/1h (3ª, 18h/0h; sáb., 12h/1h; dom.,12h/22h; fecha 2ª). Cc. e Cd.: todos.

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