Zero 3 critica governo paulista e secretário da Educação responde

Sonia Racy

28 de janeiro de 2020 | 01h15

EDUARDO BOLSONARO. FOTO: ESTADÃO

 

Eduardo Bolsonaro retomou a rotina de cutucar eventuais adversários do pai, ao criticar, no Twitter os governadores de São Paulo e do Rio por, segundo ele, não terem aderido ao Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares, lançado pelo MEC. “A quem isso serve? Vaidade?”, questionou o Zero 3 em mensagem no fim de semana.

A resposta, do lado paulista, veio à tona ontem, quando o secretário de Educação de Doria, Rossieli Soares, desembarcou de viagem a Londres. “A desinformação não ajuda a melhorar a qualidade da educação”, afirmou o secretário.

Soares lembrou que sua “manifestação de interesse” (pelo programa) foi comunicada em outubro – ele queria mais informações do MEC antes de aderir. Após anunciar que topava, o MEC, segundo ele, alegou prazo esgotado e deixou as escolas paulistas de fora.

Nova direção

O escritório de Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, no Alto da Lapa – onde funcionam a Gamecorp e outras companhias do filho de Lula – dará lugar a edifício residencial de alto padrão, do grupo Trisul.

Não está claro, ainda, se a transferência poderia ser afetada pela situação legal de Lulinha – ele é citado na Operação Aletheia, da Lava Jato.

Adeus, Senzala

Filas de clientes lotaram a calçada diante do Senzala Bar, na praça Panamericana, no domingo. A confusão, que se estendeu tarde adentro, era uma espécie de pré-despedida. O ponto, um dos mais bem-sucedidos do Alto de Pinheiros, dará lugar a uma famosa cadeia de sanduíches.

Isenção online

Está começando a valer, na Prefeitura, o cadastramento online para deficientes auditivos obterem isenção de rodízio, dentro do portal SP156. A medida se estende também a quem as transporte. Essa isenção vale para veículos licenciados em SP ou na Região Metropolitana e já atende a 165 mil pessoas, das quais 45 mil inscritas em 2019.

Réplica dos
doze profetas

O Museu de Congonhas, em Minas, deve ser ampliado ainda este ano. A ideia é construir um anexo para abrigar réplicas dos 12 profetas de Aleijadinho – na mesma posição em que os originais estão, ao ar livre, no sítio histórico ao lado, o Santuário de Bom Jesus de Matosinhos.

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