Voando baixo

Sonia Racy

14 de abril de 2010 | 06h10

Henning Dornbusch não pode reclamar da vida. No primeiro trimestre, a BMW Brasil vendeu 92,5% a mais. “É um número irreal, o começo de 2009 foi muito fraco. Mas esperamos fechar este ano com crescimento de 25%”, conta.

A razão seria o dólar mais fraco, a incentivar a compra de carro importado? Para Dornbusch, é mais do que isso. “Quando o real se fortalece, o consumidor se sente com poder, mais rico. Mesmo que o preço do carro não tenha mudado muito…”

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