Vinho quente 3

Sonia Racy

04 de janeiro de 2011 | 23h06

Se a medida for mesmo implementada, isso significa um literal “adeus” à qualidade dos vinhos importados. Quem entende de vinho sabe que é praticamente impossível fazer a operação em área portuária sem mão de obra muito qualificada.

Cada garrafa terá que ser retirada de caixa condicionada, conferida e selada sem que o manuseio e a temperatura ambiente comprometam o conteúdo. Algo parecido como importar queijos e selá-los um a um sem estragá-los.

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