Vidas a bordo

Sonia Racy

13 de maio de 2014 | 01h06

No primeiro trimestre deste ano, mais de 2 mil órgãos e equipes de transplante foram transportados de avião – aumento de 86% em relação ao mesmo período de 2013.

Graças a medida acertada entre empresas aéreas, Aeronáutica e Ministério da Saúde.

Vidas a bordo 2

Como órgãos para transplante têm, em média, quatro horas de vida útil até chegar a seus receptores, o acordo garante prioridade no embarque. E que o transporte seja gratuito.

Mas nem tudo são flores. No feriado de 1º de Maio, dois médicos precisavam ir de Congonhas a Maringá para buscar um coração, mas havia apenas um assento disponível. Só embarcaram porque um nobre cidadão cedeu seu lugar.

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