Vereador quer lei para ‘linguagem simples’ na Prefeitura

Sonia Racy

01 de março de 2020 | 00h36


PREFEITURA DE SP. FOTO: ESTADÃO

 

Já está na mesa do prefeito Bruno Covas, à espera de sanção, um projeto que pretende criar a Política Municipal de Linguagem Simples. Apresentado pelo vereador tucano Daniel Annenberg, o PL 226 determina que toda a comunicação oficial da Prefeitura, escrita e até mesmo falada, “deve evitar termos técnicos, jargões, siglas e palavras estrangeiras, que grande parte da população não entende”.

Na pesquisa que o animou a formular o projeto, o vereador descobriu preciosidades em documentos oficiais – como “indivíduo arbóreo” (ou seja, árvore), “legislação edílica” (regras para construção de edifícios) ou “cônjuge supérstite”, sinônimo de viúvo. E ainda raridades como “cártula chéquica”, para talão de cheques, ou “ergástulo público” para cadeia.

Mulheres de exatas

O Festival Sesi de Robótica, que começa no dia 6, reúne 665 jovens – e quase metade, 46%, são meninas de 9 a 16 anos. O torneio, o maior do gênero no País, reunirá 100 equipes de 23 Estados.

Estudo da First, que organiza as competições, aponta que 59% das meninas que frequentam aulas de robótica têm interesse por computação e engenharia. Entre as que não frequentam, o índice cai a 12%.

Riso mundial

Jim Gaffigan tem apresentação marcada no Brasil. O comediante, escritor e ator americano – já indicado cinco vezes ao Grammy e com duas estatuetas do Emmy – traz a São Paulo,no dia 13, o espetáculo Pale Tourist. O show, no Clube Hebraica, faz parte da turnê mundial do artista.

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