Vaquejada e ambientalistas prometem barulho em Brasília

Sonia Racy

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No ar, promessa de barulho amanhã diante do Congresso, em Brasília. Não, não é a PEC do Teto sendo votada na Câmara. É o tropel de cerca de mil cavalos, centenas de caminhões, faixas  e protestos do lobby da vaquejada do Nordeste.

A Associação Brasileira da Vaquejada, Abvaq, apoiado pela Força Sindical, vai protestar contra a proibição pelo STF, no início do mês, da lei do Ceará que permitia essa prática.

O clima já está quente há dias. Desde que a caravana e o protesto foram anunciados, organizações ligadas à defesa dos animais entraram em cena e, segundo consta, estariam pressionando autoridades, em especial a polícia rodoviária, para fiscalizar os caminhões, exigir atestados sanitários e dificultar a manifestação. Um post no Facebook, já retirado, chegou a pedir que “fizessem blitzes bem demoradas”.

O presidente da Força, deputado Paulo Pereira da Silva, distribuiu nota informando que a atividade “emprega cerca de 700 mil trabalhadores” e é “um esporte cultural e gerador de empregos”. E está marcando conversa a respeito com Rodrigo Maia.

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