Vale…

Sonia Racy

14 de maio de 2014 | 01h10

Eduardo Tuma, presidente da CPI dos Alvarás da Câmara Municipal, vai convocar representantes de subprefeituras. Para explicar por que, embora aptos a receber mais de 500 pessoas, estabelecimentos de SP – como casas noturnas de grande porte – funcionam com documentação destinada a espaços menores.

Exemplo? A Royal, na Vila Olímpia. Em seu site, ela informa comportar 500 pessoas, mas abre as portas com base no auto de licença.

…o que está…

Uma das razões apontadas pelo vereador é a discrepância entre a emissão do chamado “auto de licença de funcionamento” – condicionado à lotação máxima de 250 pessoas e obtido pela internet, sem burocracia – e o alvará – que pode demorar anos para sair do forno.

…escrito

Tuma pediu às 32 subprefeituras a relação dos locais autuados nos últimos dois anos. Só 23 responderam. A de Pinheiros – responsável pela área onde fica a Royal – afirmou que não poderia filtrar os dados. E enviou apenas lista com 58 casas noturnas e bares da região – sem a Royal.

Outras disseram não ter autuado ninguém no período.

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